MOMENTO EMO MASTER:
Funeral Blues
(W. H. Auden)
Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.
Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message "He Is Dead",
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.
He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever; I was wrong.
The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood,
For nothing now can ever come to any good.
"A" de "Cabeção"
Esta foi mais uma daquelas noites em que eu sonho com você. Acordar feliz acontece por uma fração de segundo, mas o mau-humor e a sensação de desalento que se segue permanecem pelo resto do dia.
Eu tentei. Eu juro que tentei e que sigo tentando esquecer. Não você. Não você, não o seu jeito de me amar e muito menos tudo o que você fez por mim durante o breve tempo que passamos juntos. Eu tentei esquecer que foi necessária uma ruptura muito violenta nessa história, que causou sim muito esclarecimento, muita lucidez, muita compreensão, auto-conhecimento e aceitação, mas que em igual proporção já me trouxe dor demais.
Não cito dor como sofrimento porque meu processo de cura foi rápido [e bota rápido nisso]; a maturidade que eu atingi nesses quase 30 dias surpreendeu não apenas as pessoas que me conhecem superficial ou até mesmo intimamente, mas surpreendeu, principalmente, a mim mesma. Não houve sofrimento algum até agora, da mesma forma que não houve desespero. Houve uma clara postura demonstrando que, por mais que isso pareça, no fundo, falso e muito presunçoso, você me perdeu. É fato que meu coração ainda pertence a você e que eu sempre abro um largo sorriso cada vez que me deparo com uma característica sua na minha personalidade ou diante do gesto de alguém... mas eu não posso permitir que o sofrimento, que tantas vezes me dizimou, que tanto baforou na minha cara a sensação de derrota e impotência, mais uma vez adentre facilmente meu coração, deixando ele alojar-se trazendo mala e cuia.
Impotência. Apesar de sentí-la tantas vezes, me vendo sem escolha de ação, sabendo que não depende apenas de mim fazer com que esse imprevisível tempo até que eu possa estar completa de novo se esgote rapidamente, ela não me traz a sensação negativa que deveria trazer. Tudo isso porque uma certeza jogou longe o sofrimento, que insistentemente bateu à porta do meu coração e eu, com maestria e muita pontaria, chutei longe sua mala de roupas e a cuia - afinal, pra que serviram todos os outros antes de você senão pra me ensinar como não fazer da próxima vez?!
Não consigo, até agora, me lembrar como foi o sonho: o que você fazia, o que eu dizia, o que a gente sentia. Porque até mesmo em sonhos eu olho nos seus olhos e vejo o que você tem por dentro, o que você sente naquele momento e o que quer do instante seguinte. Pelo menos era assim. Hoje, apesar de entender que o que foi forçado a mudar é externo, existem dúvidas sobre o que ainda há por dentro de você, dúvidas estas sem as quais eu já teria me convencido de que eu estagnei e que não há muito mais para eu aprender; sem as dúvidas eu, prepotentemente, me daria por satisfeita quanto à minha evolução, o que não seria nada positivo. "Será que eu ainda te desoriento?", que Ana Carolina canta em uma das suas músicas mais significantes, é uma pergunta que eu receio não poder saber a resposta tão cedo.
Há poucos dias, uma das pessoas mais orgulhosas que eu já conheci na vida teve a humildade de dizer que ela acreditava que o relacionamento entre ela e eu havia sido boa, que nós nos entendíamos e nos dávamos bem, mas que você e eu... que ela nunca havia conhecido pessoas tão compatíveis, tão parecidas, que você era minha versão masculina e que ela não tinha nenhuma dúvida de que eu - numa concepção totalmente romântica - havia nascido pra ter você comigo. Em pensar que um dia nós dois chegamos a odiar o excesso de omissão ou de drama que essa pessoa fez conosco!
Geralmente eu me sinto muito bem com toda essa situação que a vida, você, eu ou uma mistura de todos estes fatores nos impôs, pelo menos em grande parte do tempo. Se pudéssemos falar em porcentagem, 85% das vezes que eu penso em você é com bastante alegria, até porque, fui eu que aceitei (como se tivesse tido opção) estar contigo da forma que fosse. Uma vez na sua vida, pra sempre nela. Os outros 15% eu penso em você. Assim, simples e genericamente. Eu uso essses 15% das minhas lembranças pra sentir decepção, inconformismo, histeria, medo, preocupação, mas acima de tudo, sentir a falta de tudo o que não temos vivido, de tudo o que eu queria poder estar fazendo por você e PRA você neste exato momento, de tudo o que eu sinto e tenho sido obrigada a omitir e reprimir pra não interferir na sua vida ou não atrapalhar seus planos, de tudo o que eu finjo já não existir mais dentro de mim só pra atender a uma conveniência que eu já nem sei mais por que existe. E é nesses 15% de tempo em que estão os momentos de fraqueza, os porres e as vontades de me permitir ser o que eu não sou, só pra ver se chama a sua atenção, só pra ver se você se importa, só pra forçar você a olhar mais uma vez nos meus olhos e eu ter, de uma vez por todas, a certeza de que nada ou que tudo mudou. Viver na incerteza é que mutila.
É durante os 15% que o fantasma do seu cheiro, do seu sorriso, do seu quarto, do seu cabelo, da sua alegria, do seu violão, das suas mãos, dos seus beijos, das nossas músicas, das suas pernas, dos seus aniversários, da sua boca e daquela luz que só existe no seu olhar vem pra me atormentar e me dizer, de uma forma dolorosa e indelicada: "ele não vai voltar".
Um dia eu acreditei em palavras que você me disse. Hoje, tudo em que eu posso acreditar é no que o meu coração deseja, e é justamente por isso que tenho vivido, dia após dia, o tormento de ter mais uma vez me tornado um ser inconstante, oriundo da circunstancial impossibilidade de estar, ao menos nesta vida, com o meu maior amor passional.
[ Renata Regina ]
"Não fique triste porque acabou, mas sim... fique feliz porque aconteceu." - Anônimo.

O último texto de amor por mim escrito foi, deveras, o último de caráter depressivo. Tudo porque eu aprendi que, enfrentando isso tudo sozinha, era muito mais fácil eu olhar para dentro de mim mesma e achar as respostas do meu coração. :) E hoje eu já digo que a dor passou; que eu penso em você sem dor alguma; que quando eu penso no que vivemos, abro um sorriso que mal cabe em meu rosto; que eu tenho você na minha vida, NÃO IMPORTA A FORMA QUE ISSO SEJA, e que por isso eu sou a pessoa mais feliz de todo o mundo; que antes eu compreendia a situação, mas não aceitava, e agora eu compreendo, aceito e vivo nossas [/suas] decisões.
Entenda uma coisa... que existem chances de você me perder, existem. Mas aquela chance, da qual você me confessou ter medo, não existe em hipótese alguma: apagar da minha vida a melhor das coisas que já me aconteceu eu não vou MESMO! Amor como o nosso só se vive uma vez na vida, e eu já te disse que não vou disperdiçar a chance de vivê-lo, seja como for.
...E HOJE EU TÔ FELIZ PRA CARALHO, POOOOOOORRA!!! :D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D
Sinto saudades daquela boca, da textura daquele cabelo, da maciez daquela nuca, de ficar olhando aquela cicatriz em forma de exclamação, daquele sorriso. Da cor daqueles olhos, da profundidade e sinceridade daquele olhar, do calafrio provocado pelo carinho delicado no meu rosto ou pelo toque firme sobre minha silhueta. Sinto saudades de todas as gargalhadas, de todas as conversas - sérias ou não -, de todas as certezas que um dia foram certezas, de todos os medos que ainda não cessaram, de toda a razão da alegria radiante em mim, de todo o sentimento de plenitude que nós sentíamos e de tudo o que vem dele. Ou o que vinha dele. Hoje prefiro não lembrar que tudo aquilo um dia existiu ou pensar se possivelmente voltará a existir. Vivo o presente porque é tudo o que me resta, afinal... a recordação do passado me machuca, e a incerteza do futuro mais ainda.
Renata Regina, 02/03/08.
[ Ouvindo: "Pra rua me levar" - Ana Carolina e Seu Jorge.
"Vou deixar a rua me levar, ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar e eu vou lembrar você." ♪ ]
[...só porque eu deixei um fio de fraqueza passar pelo meu coração nesse momento e o texto fala muito por mim!!!]
O contrato - Tati Bernardi
Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós.
A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E a orelha ouviu uma sacanagem qualquer, e a mão se encaixou ali no meio das minhas pernas.
Você me chamou de amor ontem, enquanto a gente transava. Eu quis chorar. Mas também quis rir muito da sua cara. Acabei só esquecendo isso. Talvez o “mô” que você murmurou, seja porque no dia anterior, naquela mesma cama, você tenha comido alguma “Mônica”. Prefiro pensar assim. Se eu for muito, mas muito escrota, talvez eu me proteja de me assustar muito. Caso você seja escroto. Eu sendo de pedra não quebro com a sua pedra. Sei lá.
Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.
Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer e vontade de fazer sexo.
Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso.
Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado.
Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo.
Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre.
E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor.
E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa idéia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro.
Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
"[...] eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.
Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.
Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.
E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu."
Tati Bernardi.
Opa! Hahahahahahahaha... tinha me esquecido de COMOOOO essa música é boa! XD
Why'd you tell me this? Were you lookin for my reaction?
What do you need to know? Don't you know I'll always be your girl?
You don't have to prove to me you're beautiful to strangers
I've got lovin' eyes, of my own
You belong to me
Tell her... tell her you were foolin'
You belong to me
You don't even know her
You belong to me
Tell her that I love you
You belong to me...
You belong to me
Can it be, honey, that you're not sure?
You belong to me
Thought we'd closed the book and locked the door
You don't have to prove to me
That you're beautiful to strangers
I've got loving eyes of my own
Of my own...
And I can tell
I can tell darling...
Tell her... tell her that I love you
You belong to me
You belong... you belong... you belong to me
You belong to me
Tell her you were foolin'
You belong to me
Tell her she don't even know you
[You belong to me - Jennifer Lopez]
Quase não consegui dormir essa noite, e saiba que a culpa é toda sua. Na verdade, a música que me perseguiu o dia inteiro não foi "Primeiros Erros", do Capital Inicial, mas sim uma outra igualmente velha, mas completamente ridícula. Tudo no dia de ontem me atormentou, desde a primeira mensagem até o momento em que você me ignorou, e isso me fez perder o sono por completo. Minha prova hoje foi regada a muito choro de desespero e incompreensão, e as náuseas e vômitos durante a madrugada inteira foram sim por motivos psicológicos; de forma alguma por causa do exame de Direito Civil, e sim pela injustiça a mim feita.
Tô com uma raiva incomensurável do mundo, que além de me incumbir de tarefas nada agradáveis de se realizar - por exemplo cuidar da vida dos próprios pais como uma babá -, ameaça tirar de mim o único motivo VERDADEIRO que ainda me mantém viva. Ah, se não fosse a existência divina e tudo o que a ela está relacionada... eu já teria desistido de tudo na segunda tentativa. Mas como uma outra música do Capital diz, "eu continuo porque a chuva não cai só sobre mim", e é por isso que eu persisto.
Vivo porque existe muito a ser feito. Vivo porque apesar de tudo, eu tenho Ele me ajudando (de verdade), e não apenas consolando. Vivo porque ainda busco a felicidade, mas principalmente... vivo porque você vive, porque você ainda existe e porque você está bem. "O sangue que corre em mim sai da tua veia", já dizia outra música xula. E é nisso que eu acredito.
Enquanto você não disser: "me esquece!", pode ter certeza de que eu não vou sumir nem desistir tão fácil.
Tudo pareceu muito natural em nosso último encontro. A forma como cheguei, o jeito como me recepcionou e até o modo como sentei em sua cama e sala de estar. Estava tudo tão familiar, tudo tão recente, como se poucos dias houvessem passado desde a última vez que ali estive.
Estava tudo muito espontâneo, até o momento em que, quase tão automaticamente quanto estar ali, reprimi um desejo dentro de mim. Meu coração pedia aquilo de um jeito tão ardente e pulsante que por muito pouco não pedi com palavras o que o olhos demonstravam desde o minuto em que pus-me diante de você, e assim, com toda a força da razão existente em mim, esperei passar o momento. Não porque achei necessário, mas porque você não estava preparado para tanto.
Era a primeira vez em muito tempo que eu sentia aquela vontade. Ela estava além da necessidade, estava acima das explicações que eu poderia dar. Não continha nenhuma malícia, não existia paixão. Nem paixão e nem outra conotação apelativa sexual. Não havia nada de exagerado, anormal ou ilícito no gesto, no entanto, reprimi.
Tudo o que eu precisava naquela hora era me deitar em seu colo e me sentir protegida. Amada eu já sabia que era, mas, a ânsia de me sentir resguardada, zelada e abrigada em você era tão iminente que foi necessário me afastar. De todas as vontades que eu poderia ter tido, de todos os desejos que eu poderia ter sentido, tudo o que me ocorreu naquele momento era o quanto o seu colo me confortaria e o quanto, o QUANTO eu o amava por aquilo.
O colo. Foi ali que eu descobri o quanto meu sentimento estava acima de coisas mundanas, o quanto estava acima dos meus instintos animais e o quanto era imaculado e intocável. A transcendência daquilo em relação a mim mesma; o quanto era maior que eu, que você e que todas as outras pessoas. Tudo isso em uma fração de segundos, sem desgrudar os olhos dos seus, que, tão perdidos em seus próprios sentimentos e dúvidas, sequer conseguiam fitar os meus.
Mas eu sabia. Sabia que você não estava pronto pra mim, que você precisava viver as coisas aparentemente boas da vida e que sem isso você jamais estará pronto pra continuar. Hoje eu tenho consciência de onde posso encontrar minha felicidade (pois eu me adiantei em buscá-la) e do direito que você tem de procurar a sua. Mas, apesar de seguir e de assistir aos seus passos, uma certeza vive, mais do que sempre, no meu coração: eu não sei quando, não sei de que forma, mas eu sei que você vai voltar pra mim.
[Renata Regina] 23.11.2007
Eu só quero estar no teu pensamento, dentro dos teus sonhos e no teu olhar. Tenho que te amar só no meu silêncio, num só pedacinho de mim. Eu daria tudo pra tocar você, tudo pra te amar uma vez. Já me conformei, vivo de imaginação... Só não posso mais esconder que eu tenho inveja do sol que pode te aquecer, eu tenho inveja do vento que te toca, tenho ciúme de quem pode amar você, quem pode ter você pra sempre.
♪ Você pra sempre (Inveja) - Sandy e Junior.
Fala. Faaaaala se sentimento não é uma coisa absurdamente incrível na vida de uma pessoa. De forma descontrolada e desracionalizada é capaz de destruir uma vida em questão de minutos. Basta uma palavra atravessada, uma expectativa frustrada... e lá vai você, sofrer por algo que, de forma civilizada, poderia ser resolvido em menos minutos que levou pra provocar.
Sim, porque... vejam como são as coisas: o professor de filosofia disse, durante a aula de um dos malucos que estudamos no ano, que as paixões (no sentido de "ações instintivas", de "ausência de razão") do ser humano são a forma que o espírito (conhecimento) encontra para expressar, exteriorizar e concretizar uma idéia. Ou seja, para transformar uma idéia em ação é necessário haver iniciativa passional. Para ter coragem de ir até o supermercado mais próximo comprar uma lata de batatas Pringle's é necessário estar com fome; do contrário, você não moveria um dedo sequer para tanto. ![]()
Para estudar Civil hoje, tudo o que eu precisava era esclarecer os motivos que me tornaram maluca nos últimos dias; para ter minha tranqüilidade de volta, eu precisava dizer tudo o que o coração tava sentindo (se bem que isso nada mais era do que a expressão da paixão, e não da razão). E para exteriorizar esse sentimento todo, eu precisava ser motivada pela minha paixão - no caso, a mágoa ou a decepção de não ser compreendida.
A ausência de razão nas minhas ações me levou a agir apenas com a paixão (possível e conseqüentemente destruindo a MINHA vida), e a racionalização desta me trouxe de volta a paz de espírito e a coragem pra continuar.
Tatinha aplicando conceitos Kanteanos a posteriori em sua vida. Rs. QUEM DIRIA, MARCELO!!! hahaha.
E contrariando as minhas próprias expectativas, aqui estou eu lamentando e remoendo um sentimento que provavelmente não volta mais. Meu ego não queria, absolutamente, estar publicando esse post, mas o coração sempre foi mais forte dentro de mim, e exatamente por este motivo, here I am once again...
"É madrugada. Não faz diferença, mesmo. De longe, te sinto mais perto do que o necessário. E de tão perto, te sinto tão longe quanto o obrigatório. Ainda quero ouvir aquilo, seja lá o que for. Mas querer saber da sua boca é acreditar que eu posso pegar uma estrela e guardar no bolso, só para te dar depois e te ver brilhar. Ou sorrir, sei lá. Nunca fui disso, mas faço o que precisar para te conquistar.
Agora corre para cá e me dá aquele abraço, que me faz soltar três letrinhas e, ao mesmo tempo, sentir como se todas as estrelas do céu fossem minhas. E suas. E então, nossas. Só venha, antes que eu perca a cabeça..."
Caio Henrique Caprioli, meu amigo e eterno fã. õ/
Preocupação. Foi esse o substantivo estranho ao abandono de ontem.
E quer saber?! ...arrependimento é outra palavra extremamente significativa no momento: me arrependo profundamente de ter me importado tanto. ¬¬"
Dois. DOIS quase-enfartos no mesmo dia, na flor dos 18 anos de idade... é mole?
Não sei se foi muito delírio onírico da minha parte, mas eu, de verdade, quase faleci esta manhã. Ok, ok. Exageros à parte, tive dores no lado esquerdo do peito, receio - porque de médico, imbecil e louco todo mundo tem um pouco - que devido a problemas respiratórios. Acho que eu devia estar respirando errado durante a noite, coisa assim, que me trouxe fortes dores toráxicas. O mais estranho era o fato de ser apenas no coração (sim, eu sentia dores no MÚSCULO coração), mas vai saber, né! Agora que passou eu não vou ficar tentando buscar os motivos do ataque.
Isso aconteceu duas vezes em menos de 24 horas, ambos durante sonhos aflitos. Será que existe alguma relação?
Delírio ou não, a sensação foi totalmente real, e a impressão de que você não vai viver pra contar a história é absurdamente horrível.
Bora estudar pra parar de pensar besteira!
Sozinha. Ninguém interessante no MSN e nenhuma (boa) mensagem no site de relacionamentos. Em uma época como a nossa as relações entre as pessoas têm sido tão estritamente virtuais que, durante um feriado, basta haver menos de 15 pessoas online para você se sentir abandonado.
Tá, já me acostumei a essa sensação devido aos deveres universitários a mim incumbidos desde fevereiro deste ano [me lembro perfeitamente da viagem de carnaval para Atibaia que fui obrigada a recusar em função da "Política" do Aristóteles ¬¬]. Mas o que havia de diferente na sensação de abandono dessa vez?
A resposta se encontra em uma plaquinha de cor diferente que não sobe, em uma foto que insiste em não aparecer dentre os meus nove amigos no Orkut e em um comentário jamais feito à mensagem mais bonita já publicada. Quase não senti falta, quase não morri de desespero e aflição. Eu mal sei o que significa a expressão "morrer do coração"... Tudo porque as relações são estritamente virtuais.
Um dia me disseram que é mais instigante interpretar mensagens escondidas; tentar descobrir as indiretas e ironias sempre agradam mais ao ser humano, que se contenta com o que está ao seu alcance mas prefere tudo o que é mais difícil de se ter.
Se o que está em questão são felicidades e a minha virou um jogo, então... LET'S PLAY!
Utilizando uma analogia de Direito, só estou sendo justa por natureza: dar aos outros o que me tem sido dado.
:) Beijinhos.
OK. Procurando por templates em diversos sites, eis que achei um lindo, minha cara (inclusive, quem disse isso não foi o meu ego narcisista, mas sim minha quase irmã Veronica, a gêmea do dia seguinte), mas com mais problemas no código do que a legislação Civil de 1946 [huahuahua INTERNA-NERD]. E quem entende de códigos-fonte SABE que os do UOL são uma verdadeira m*rd*!
No auge de minha frustração [quando finalmente encontro algo à altura do meu gosto, problemas técnicos me impedem de usufruir de seus efeitos, rs], procurei por outros muitos modelos, mas quando eu vi este que igualmente vos enche os olhos, eu confidenciei à minha gêmea do dia seguinte que havia gostado dele, mas não publicaria no meu blog, afinal, não tinha na-da a ver comigo (exceto pelo meu passado, que muito me condena
hahaha). Então, hoje, reconsiderando o fato de que eu jamais publicaria ele, decidi mexer em seu código-fonte... e não é que o bichinho resolveu colaborar?!
Até comecei a gostar mais dele só por ele ter sido camarada não encrencando comigo. :P
E agora, olhando pra ele, começo a simpatizar de verdade. Tá certo que marrom não uma das minhas cores favoritas, mas, pensando aqui com os meus botões, até que agora o blog ficou ajeitadinho, não acham?! ![]()
E só por isso, hoje o beijo é pros macaquinhos do meu blog: Bruce, Nick e Bob, que graças a Deus não têm cara de formiga e nem parecem a Leci Brandão! \o/
;*
... E dae também que eu tava tentando arrumar esse template de acordo com o meu gosto pessoal. O problema, indeed, é que faz tanto tempo que não mexo em HTML que já esqueci uma porrada de coisas que, com facilidade e maestria, eu costumava fazer.
Depois de muito fuçar em alguns códigos aqui e tals, decidi que amanhã eu olho direito essas biroscas e coloco no ar um layout mais minha cara [até porque, não ando TÃO gorda quanto esse panda aí em cima (ou não o.o rs)].
Criando coragem para voltar aos estudos - SIM, às 02h da matina minha gente!!!
Haja paciência pra se tornar alguém na vida, viu! hahahaha.
Ooook. Mais tarde (talvez) eu volto com alguma coisa melhor que esse, bem... digamos, hum... nada popular diário. ![]()
Kisses, besos, baisers, baci, beijos. :*

Dae que a última vez que dei as caras por aqui, o mês de julho de 2006 estava quase pra terminar.
...quanto tempo passou, não?!
De lá pra cá minha vida mudou mais do que eu imaginei que pudesse mudar. Na época em que deixei de postar aqui eu entrei pro cursinho, conheci diversas pessoas interessantes e divertidas, fiz minhas provas de Vestibular, fiquei algumas semanas fora de casa fazendo uma viagem com o namorado e sua família... nossa!!! Coisas demais!!! Fato é que muitas pessoas do cursinho ficaram pra trás, estou terminando o primeiro ano da Faculdade (mas já?!
) e o namorado... bem... o namorado virou amigo. :o)
Complicado demais falar sobre essa parte da minha vida. Esse capítulo do meu livro teve uma longa interrupção [eu não tinha forças pra continuar], mas ainda não terminei de escrevê-lo.
Só nessa seção do livro já aconteceu tanta coisa! Em aproximadamente 5 meses já me senti de todas as formas possíveis a respeito dessa história: já vivi com esperanças, já tive a certeza da vitória, já vi a desgraça em pessoa sorrindo pra mim, já superei os momentos de crise, já perdi completamente a minha fé, já cheguei a abrir mão do que sentia pra me proteger da solidão e da tristeza, mas no final a verdade e o bem vencem. Como eu disse, ainda não acabei de escrever essa parte, mas esperar para viver antes de escrever é o que de mais sábio eu faço; agora eu apenas aguardo os acontecimentos, sem esperança nem expectativa, e tudo parece fluir de forma muito melhor e mais tranqüila.
Ou seja, tudo o que eu não precisava agora era da esperança nascendo de novo em mim. Alguém explica pra esse coração burro da po**a como esperar sem se machucar?
Obrigada!
Sem pique pra escrever.
Desculpem o transtorno. =/

Realmente.
Eu já havia lido na página principal do UOL, mas quando eu vi o nick do Ricardo (que eu usei como título deste texto) que me dei conta...
Gente!!! Eu tô ficando velha!!! =O
Como se não bastasse já haver uma porção de brinquedos, comidas e programas de televisão que eu posso dizer que é "do meu tempo" [¬¬], hoje a minha ficha caiu: o Dunga, EX-JOGADOR E CAPITÃO TETRA-CAMPEÃO, é o novo técnico da seleção brasileira.
PÁRA TUDO E PENSA COMIGO, CARO(A) LEITOR(A): você que tem a minha idade ou que pelo menos é da mesma geração, com absoluta certeza viu o Galvão Bueno pulando abraçado ao Pelé com os óculos tortos [XD essa foi a cena do ano], gritando "é teeeeeeeeeeeetra! É teeeeeeeeeetra!" e o Brasil subindo ao lugar mais alto do pódio na copa mundial de futebol em 1994. Você ASSISTIU a isso. Você VIVEU isso. Tá certo que você deveria ter de 4 a 6 anos nessa época, mas você sem dúvida se lembra disso. Parece que faz tão pouco tempo que isso tudo aconteceu e hoje você vê o capitão daquele time se tornar o técnico dessa equipe da qual já fez parte.
Pois é, meus queridos. É triste, mas esta é a realidade. Acho que eu tô ficando velha sem perceber. Tá bem, vai! Não "velha" de estar tornando-me anciã rapidamente [:P], mas de estar me tornando mais experiente, de já ter visto muita coisa acontecer.
Antes, quando minha mãe dizia "a gente vai ficando velho e não se dá conta disso", eu simplesmente ignorava, porque achava não ter tempo a perder estudando essas filosofias de... velho. (!!!)
Mas hoje, com a notícia, parei pra analisar: e não é que minha mãe está certa?! A gente costuma viver a vida sem pensar muito no que ela significa ou no tempo que teremos pra aproveitá-la, e quando vê já colecionou mais primaveras do que imaginava colecionar.
Não que imaginemos que não viveremos muito, mas simplesmente não imaginamos COMO seríamos mais velhos. Engraçado isso, né! E enquanto isso, a vida segue seu ritmo, sem parar nunca.
Pena que não haja nada de engraçado no fato de que já começo a sentir minhas rugas e cabelos brancos surgirem. Pow... O DUNGA?!
Matéria: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/07/24/ult59u102966.jhtm
Foto: http://noticias.uol.com.br/ultnot/album/060724_album.jhtm?abrefoto=20
Devido ao grande sucesso da última publicação [caramba, CINCO comentários é marca pra Guiness por aqui! =D], decidi que vou tentar ao máximo me esforçar pra sempre escrever alguma coisinha no Blog.
Quem quiser conhecer já [mesmo que não tenha nada de especial por enquanto], o endereço é http://tatinhaethyka.zip.net e está aberto a críticas e sugestões. Tenho quase certeza que só nossos amigos o freqüentarão, mas não custa nada divulgar um pouquinho, né. :o)
Obrigada, people. Sem vocês isso aqui (e a dona "disso aqui") não seria nada.
Eu tinha escrito um monte.... e a sessão expirou. ![]()
Mais tarde quem sabe eu não tento de novo?!
Ai, como ter um blog dá dor de cabeça. Talvez por esse motivo eu tenha praticamente abandonado o meu em prol do flog - uma versão mais moderna e interessante de visualizar o que o autor do texto-legenda da foto está querendo expressar.
"Moderna e interessante" em partes.
Algumas pessoas consideram o fotolog a banalização da arte de escrever, tendo como excessões as pessoas que NaUm IsCrEvEm AxIIIM, hahaha. O fotolog [quase como os bloguinhos adolescentes do passado] se tornou a forma mais fácil de juntar duas das coisas que os jovens de hoje mais admiram: a Internet e a câmera digital.
Eu não julgo nem culpo essa geração (afinal faço parte dela e também tenho um fotolog), mas critico a ausência ou a não-obrigatoriedade de se escrever uma legenda-texto para, no mínimo, explicar a foto, porque supostamente a imagem é o suficiente; não é necessária uma explicação.
Algumas vezes o fato de não ter o que escrever e publicar uma foto por obrigação ou por uma simples questão de "atualização" me deixa com a consciência pesada. A falta do que escrever me remete a uma pergunta: será que eu também me deixei levar pela banalização de uma das artes que eu mais amo?
Comecei o texto dizendo que deixei de lado por um bom tempo o blog porque ele dá trabalho. Na verdade, o trabalho que ele dá consta apenas da manutenção do layout (quando necessária) e da criatividade pra escrever. Como em um blog é raro haver imagens, a expressividade de quem escreve e a imaginação de quem lê são de suma importância.
Já deu pra perceber que manter um blog (decente) não é lá tarefa muito fácil, mas há alguma recompensa em dedicar pelo menos uma hora do seu dia escrevendo e corrigindo um texto a ser publicado e, na maioria das vezes, sem obter sucesso [ou audiência, ibope, comentários... como preferirem chamar]? Vale a pena?
Alguns blogs famosos [e, inveja à parte, MUITO bons] sequer têm o link de comentários. Não há necessidade. A criatividade e a autenticidade dos autores estão em primeiro plano. Um exemplo é o super conhecido "Garotas que Dizem Ni" { http://garotasquedizemni.ig.com.br } que - trocadilho idiota! - dispensa comentários mesmo. Ou até o "Hoje é um Bom Dia" { http://hbdia.blogspot.com }, mais conhecido como "O Blog do Kid" [figuraça!!!].
Essas pessoas com certeza usam seus blogs (e consequentemente sua inteligência e conhecimento de áreas) pra descolar uma graninha por fora. No caso do Kid, o Blog gera mais lucro pra ele do que seu próprio emprego, hehehe. O que eu quero dizer é que esses blogs, com certeza, têm uma razão pra ainda existirem. Mas... e o nosso?! Pelo simples prazer de ter uma página na Web?!
Na minha opinião o importante não é a recompensa, mas o hábito e a vontade de escrever, a persistência e o aprendizado obtido cada vez que se escreve 2 linhas que sejam. Tentar arrumar o layout que não ficou do jeito que queria ou escrever um texto enorme e perceber que sua sessão expirou são absolutamente irrelevantes: o que vale é nunca deixar o espírito da arte nos abandonar.
Mesmo que falte a inspiração...
deixar de escrever?!
Jamais.
*Meu agradecimento à Mary, que pediu que eu atualizasse o blog e insistiu na missão quase impossível de me fazer escrever ainda hoje. Beijo, tchutchuca. =) Valeu! ;)*
A Flá reclamou e eu resolvi escrever. Eu disse que não tinha nada pra contar, mas na verdade aconteceram algumas coisa realmente legais essas últimas semanas:
*A Banca do PurChase
A apresentação do grupo de Projeto do Thiago [Pavi, Fabi, Bruna, Alê e Camila] para a banca de professores foi muito bacana. Eu fiquei mais nervosa que eles lá na frente, hahahahaha. Mas saiu tudo bem e no final pudemos respirar aliviados, hehe.
*Apresentação musical
Depois de umas duas semanas ensaiando, houve a segunda e última apresentação musical lá na escola. Projeto de PTC das meninas do 3ºDM, o Musicalizar teve em sua final uma competição entre duas bandas e dois vocais. Mas, como o Maurício não pôde ficar pra cantar, eu venci por W.O, e cantei assim mesmo, hehehe.
Na hora, achei que ficou tão boa a apresentação. Mas vendo o vídeo, quase tive um filho girafa pelo nariz: não saiu nadinha do jeito que eu queria. =/ Enfim... acontece!
OBS: Coincidentemente, neste dia o Thiago e eu completamos 6 meses de namoro. \o/
*EXCUTE e premiação
Matei o treinamento do ENEM no Cursinho no sábado de manhã só pra ir ver a apresentação do PurChase (projeto do grupo do Thiago no técnico). No final das contas, o projeto deles acabou pegando a segunda colocação dentre os projetos de Informática da ETE Jorge Street. :D Orgulho MASTER dos meus pupilos, hahahahaha.
É isso. O vídeo da apresentação de "Somewhere over the rainbow" e "Como nossos pais" não está disponível ainda porque os provedores só permitem o máximo de 100 MB de arquivo, e este vídeo tem simplesmente 165 MB. :S Se alguém aí souber como fazer uma gambiarra e dar um jeito nisso, me avisem, peeelamordeDeus, hahaha.
Enfim, é isso. Beijos a todos. ;)

É. Eu prometi, mas não tenho o que escrever.
Pra falar a verdade, não vou mais ter tempo de escrever. O cursinho vai me dominar, hahahahaha. Palavras de mamys. :P
Tenho um trabalho da Glaciete pra entregar na segunda que eu não tenho a menor idéia de como vou fazê-lo. Alguém entende de circunferência?! XD Hahahahaha.
Bem. Eu já disse que não tenho nada pra escrever, rs. Então... ah! Enfim.
Beijos. :)

Cursinho.
Yes, baby!
Depois de muito conversar e debater com mamys todos os prós e contras de se cursar um pré-vestibular, ela cedeu e decidiu me matricular em um. Ok, ok. É um cursinho comunitário, mas parece ser bem interessante. Não vejo a hora de começar. \o/ Dia 19 é o início da correria, rs.
Amanhã tem festa junina na escola. Acho que finalmente haverá o encontro entre meus pais e os pais do Thiago. Quando eu, brevemente, comentei isso com a minha mãe, ela logo disse: "Ai, meu Deus! Com que roupa eu vou?!" XD Huahuahua, que tipo de pessoa quer saber com que roupa vai à festa junina de uma escola estadual?! Só a minha mãe mesmo, hahaha. :P
O namoro?! Ah! Vai muito bem, obrigada!!! ^^ Não é mais necessário dizer que eu tenho o namorado mais perfeito de todo o mundo, mesmo quando ele demonstra ter algum defeito! :D [Entendeu?! Ótimo! Isso significa que você também sabe o que é o amor :P] [Neneim.. te amo!]
A escola?! Éééééé... bem!
Não anda muito legal, não, mas... sabe como é! A gente vai levando.
E os amigos?! Aaaaaahhh!!! :D Estes siiiim. Bacaaaana, bacana!!! \o\ \o| |o| |o/ /o/ Amo-os de paixão.
Enfim... acho que agora o Blog tá atualizado. Antes mesmo de prometer a vocês, prometerei a mim que dedicar-me-ei à arte da escrita aqui. :o) Super beijo e até a próxima.
Depois de uma bela cag*** que eu fiz no template, haushaushuas.... decidi mudar e atualizar.
Eu havia escrevido aqui uma mensagem de socorro com os comentários, mas parece que ninguém nem entrou no meu Blog, não é mesmo?! :P
Bom... só pra atualizar. As novidades vêm numa outra publicação.
Mas agora, me digam: qual a opinião de vocês a respeito do novo layout?! :)
Beijos!!!
Eles pedem justiça...

...mas isso é justo?

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Sim. Acho que é de grande extravagância uma brasileira querer ter um iPod. Um bichinho desse aí em cima custa, no mínimo, R$ 900. Com um pouco de sorte eu encontrei, espalhadas pela Internet, algumas ofertas bem interessantes de iPods originais (e não as imitações Tabajaras) a preços menores. Até uma loja virtual de produtos que vêm direto do Japão pra cá eu encontrei, mas... sei lá se devo confiar nessas coisas.
Pra dar um jeito nessa minha lombriga de ter um iPod, arrumei um jeito: tenho guardado o dinheiro que a minha mãe me dá todo dia pro meu lanchinho na escola [
]. Ela não vai entender NUNCA se eu disser o que eu quero e do que se trata. Eu até gostaria muito de pedir aos meus pais uma graninha pra dar uma ajuda de patrocínio à minha compra, mas eu já ganhei de aniversário [há alguns meses atrás] um discman novo. Mancada pura fazer isso com os velhos. Além do mais, eles andam com tantos problemas financeiros que eu nem me atrevo a pedir-lhes mais dinheiro. Com 6 meses de economia eu já posso arriscar uma negociação e tentar comprar esse petequinho lindo aí em cima.
O jeito vai ser dar uma olhada na Santa Ifigênia e ver se compensa comprar lá ou pedir pela Internet. Enquanto isso, eu só chupo o dedo. =/
E assim eu vou vivendo. Quem sabe até eu não emagreço? Huehuehue... Como diria o sábio Zeca Pagodinho: "Aos trancos e barrancos lá vou eu, mas sou feliz e agradeço por TUDO o que Deus me deu... Deeeeeixa a vida me levar!" É o espírito brasileiro de ser! ![]()
A vocês, minha querida audiência... o meu beijo.